sábado, 15 de julho de 2006

Porque todo caminho leva para algum lugar


Se todos os caminhos do mundo levam para Roma (diga isso o meu caro Manu das Sombras), esse que pegamos nos traz até Buenos Aires. Note a paisagem (pampas) ao fundo e os pés descansando. Ora, eu não vi ao mundo para ser burro de carga. Vim, como diria o meu grande amigo Bob Bombom, a passeio. Y qué así sea, che!

Preferência nacional


Se nós temos a nossa preferência nacional, eles têm a deles: o mate. Detalhe importante da foto, ou seja, sua explicação: por incrível que pareça, isso é uma máquina de esquentar água para fazer mate. Inacreditável, não? Ou como diriam os argentinos, increíble!

segunda-feira, 3 de julho de 2006

Do porquê de partir



Porque não espero mais voltar
Porque não espero
Porque não espero voltar
A este invejando-lhe o dom e àquele o seu projeto
Não mais me empenho no empenho de tais coisas
(Por que abriria a velha águia suas asas?)
Por que lamentaria eu, afinal,
O esvaído poder do reino trivial?

[...]

Porque sei que o tempo é sempre o tempo
E que o espaço é apenas sempre o espaço
E que o real somente o é dentro de um tempo
E apenas para o espaço que o contém
Alegro-me de serem as coisas o que são
E renuncio à face abençoada
E renuncio à voz
Porque esperar não posso mais
E assim me alegro, por ter que edificar alguma coisa
De que me possa depois rejubilar.

[T. S. Eliot]


E esperemos que assim seja.
¡Pues rumbo a Buenos Aires!